Rutílio Rufo Recusa a Defesa Chorosa que Salvaria Sua Pele, Aceita a Condenação Injusta Sem Rebaixar a Própria Consciência e Vai Viver na Mesma Província que Diziam Ter Saqueado, Onde é Recebido Como Benfeitor
No ano 92 a.C., acusado de extorsão justamente pelos publicanos cujos abusos ele havia contido na Ásia, Rutílio Rufo se recusa a montar a defesa suplicante que salvaria sua pele, aceita a condenação sem rebaixar a própria consciência e vai viver em Esmirna, dentro da mesma província que diziam ter saqueado, onde é recebido como benfeitor, provando que um veredito torto mancha o juiz e não o condenado